sábado, 30 de janeiro de 2010

LEITURA DO MUNDO LEITURA DE LIVROS


RIGOLET, Sylviane Angèle Neves - Leitura do mundo leitura de livros: da estimulação precoce da linguagem escrita. Porto: Porto Editora, 1997. ISBN: 972-034308-7


Esta obra representa um percurso de 18 anos de trabalho com as crianças ditas "com dificuldades de aprendizagem", embora a nossa experiência tende a corroborar que os problemas não se situam no ser em desenvolvimento, mas antes no seio da relação ensino-aprendizagem.

Recusando considerar a criança que aborda mal o mundo da escrita - seja na sua vertente leitura e/ou na sua componente escrita - como alvo de problema, procuremos formas de contornar as dificuldades.

Neste sentido, a autora tenta demonstrar como sistematizar os conhecimentos, estruturando espácio-temporalmente as crianças e abordando de forma abrangente os conceitos trabalhados: assim, trabalhar a escrita passa por uma reflexão sobre o que ela possa representar neste fim de século, sobre a maneira como podem ser aproveitados os nossos cinco sentidos na sua aprendizagem, sobre o significado funcional da linguagem em geral e da escrita particular.

Aspectos julgados fundamentais são tratados nesta obra, como as atitudes que favorecem uma optimização das potencialidades de cada indivíduo, a valorização das capacidades criativas de cada membro implicado na sua relação com a escrita, a importância de uma aprendizagem lúdica e de estimulação precoce eficaz e sistemática.

Este livro pretende, em suma, fomentar uma reflexão crítica e construtiva sobre a responsabilidade de cada adulto na educação de uma criança para o desenvolvimento da linguagem, em especial da Linguagem Escrita.

Através dele poderá o leitor encontrar uma série de implicações práticas adequadas e eficazes, tomadas na esfera do delineador e não do delitar a acção educativa.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

NECESSITO DE UM LIVRO QUE ME ENVOLVA E EDUQUE


No próximo sábado, dia 30 de Janeiro, vai ter lugar na Biblioteca a Acção de Formação "NECESSITO DE UM LIVRO QUE ME ENVOLVA E EDUQUE", ministrada por Sylviane Rigolet.
A acção pretende proporcionar o alargamento de conhecimentos dos vários parceiros educativos de crianças com NEE, redimensionando a concepção da linguagem escrita e promovendo o gosto pela identificação com o conteúdo do livro, valorizador da sua identidade individual, das suas potencialidades e da auto-estima.
Destina-se a profissionais que trabalham com bebés, crianças ou jovens portadores de necessidades educativas especiais e pais, com a duração de 7 horas, entre as 9 e as 17h30.


Esta sessão decorre no âmbito do Programa de Acções de Promoção da Leitura da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) para as Bibliotecas Municipais.




Quem é Sylviane Rigolet?


Sylviane Rigolet nasceu na Suiça. É licenciada em Psicopatologia da Comunicação e da Linguagem e Logopedia pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Genéve. Mestre em Linguística Formal pela FLUP e pós-graduada em Intervenção Precoce, pela Hanen Center de Toronto.
Investigadora, professora, orientadora e responsável pela criação, gestão e animação de mediatecas, como a “Sonhoteca”.
Colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian nas acções de promoção da leitura, é formadora da DGLB e conferencista a nível nacional e internacional, nomeadamente na Suiça, Holanda, Bélgica, Noruega, Brasil, Grécia, Alemanha.
Tem obras publicadas em Portugal e no estrangeiro.

À CONVERSA COM...FRANCISCO JOSÉ VIEGAS

A sessão de hoje contou com a participação de cerca de 50 pessoas e decorreu de forma bastante animada. Francisco José Viegas mostrou-nos a sua simpatia e revelou-nos as suas fontes de inspiração, que não resultam apenas da sua imaginação mas também de personagens reais que encontrou ao longo da vida e nas suas viagens.
Durante a sessão deixou transparecer a sua paixão por uma boa história rica em personagens verosímeis e pelos livros.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

MAR EM CASABLANCA de Francisco José Viegas


VIEGAS, Francisco - Mar em Casablanca. Porto: Porto Editora, 2009. ISBN:978-972-0-04287-3


O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de Maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detective dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.


Disponível na Biblioteca.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

VISITA DE ESTUDO

A Biblioteca Municipal recebeu esta tarde uma comitiva constituída por 14 técnicos superiores de Municípios e Ministérios da Educação, de 13 países europeus, para uma visita guiada conduzida pela Chefe de Divisão da Cultura e Turismo, Dra. Suzana Menezes.
A estadia deste grupo por cá tem como objectivo tomar conhecimento do sistema educativo e formativo português e respectivos recursos e está inserida nas actividades de educação não formal.

sábado, 23 de janeiro de 2010

À CONVERSA COM... FRANCISCO JOSÉ VIEGAS


Na próxima 5ª feira, pelas 21h30, Francisco José Viegas estará presente na Biblioteca para mais uma sessão de "À conversa com...", para nos falar de livros e das histórias por detrás dos livros.
O mais recente livro de Francisco José Viegas, «Mar em Casablanca», editado pela Porto Editora, coloca o escritor no patamar dos grandes autores da língua portuguesa de sempre - defende o cineasta António Pedro Vasconcelos.
Romancista, poeta, jornalista, gastrónomo, blogger, judeu, transmontano, portista, Francisco José Viegas é o convidado para esta sessão.

Quem é FRANCISCO JOSÉ VIEGAS?


Nasceu na aldeia do Pocinho, Vila Nova de Foz Côa, Alto Douro, em 14 de Março de 1962. Viveu alguns anos em Chaves onde completou os estudos secundários. Formou-se em Letras na Universidade Nova de Lisboa, tendo exercido funções de docência na Universidade de Évora (1983-1987). Foi director, durante doze anos, da revista Ler, do Círculo de Leitores, da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. Participou nalgumas séries televisivas sobre literatura e viagens. Venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da APE 2006. Parte essencial da sua obra está publicada em França, Alemanha, Itália, Brasil e República Checa.
É cronista, autor de romance, conto, teatro, poesia e texto de viagem. Os seus romances inserem-se no âmbito do romance policial.

Bibliografia:
Poesia: O Verão e depois (1978), Fascínio da Monotonia (1982), Olhos de Água (1983), Paisagens, Caligrafias (1983), As Imagens (1987), Todas as Coisas e Poemas (1988), O Medo do Inverno Seguido de Poemas Irlandeses (1994), Metade da Vida (2002), O puro e o impuro (2003), Se me comovesse o amor (2008)
Ficção: Regresso por um Rio (Imaginações para uma Novela) (1987), Crime em Ponta Delgada (1989), Morte no Estádio (1991, Edições Asa), As Duas Águas do Mar (1992, Edições Asa), Um Céu Demasiado Azul (1995, Edições Asa), Um Crime na Exposição (1998, Edições Asa), Um Crime Capital (2001, Edições Asa), Lourenço Marques (2002), Longe de Manaus (2005), A poeira que cai sobre a Terra (2006), O mar de Casablanca (2009)
Guias: 99 cervejas + 1 ou Como não morrer de sede (2006)
Crónicas: Algumas distracções (2006), Um liberal à moda antiga (2008)
Literatura de Viagem: Nas margens de um Rio (1987), Comboios Portugueses (1988), O voo dos Anjos (1995)
Teatro: O Segundo Marinheiro (1988)

OS 3 PORQUINHOS NO AVENTAL DE HISTÓRIAS

Na sessão de hoje, pelas 11 horas, estiveram presentes 5 crianças e 4 pais.
Foi contada a história tradicional de três porquinhos que decidem construir uma casa e vivem mil peripécias até conseguir viver em paz, sem a presença do lobo mau.
As crianças participaram activamente na história, na procura sequencial das personagens, nos bolsos do avental.
No final decorreu uma oficina de ilustração, na qual todos os participantes deram asas à sua imaginação e criatividade e pintaram num painel toda a história.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

DE PASSAGEM... PELA BOSSA NOVA

Está patente, entre 15 e 31 de Janeiro, na recepção da Biblioteca e pretende divulgar o espólio documental existente, a propósito da efeméride dos 50 anos da Bossa Nova, movimento musical que gerou uma verdadeira revolução cultural.
Já nos anos 30, surgiam talentos musicais que improvisavam paragens súbitas na música para falar.
Mais tarde, devido a influências do pós-guerra, do americano Stan Kenton, do impressionismo de Debussy, Ravel, Cool Jazz, etc., surge um movimento cultural e musical no fim dos anos 50, no Rio de Janeiro, entre a elite intelectual, em que se cantava e tocava samba, revelador de um inconformismo com o formato musical da época.
Surge na sequência de uma necessidade dos brasileiros se libertarem da supremacia política e financeira que os EUA tentaram exercer sobre o Brasil.
Foi dentro desse mesmo espírito que os rapazes dos apartamentos de Copacabana, cansados da importação pura e simples da música norte-americana, resolveram também montar no Brasil um novo tipo de samba envolvendo procedimentos da música clássica e do jazz, e vocalizações colhidas na interpretação jazística de cantores como Ella Fitzgerald, ao mesmo tempo que intelectualizavam as letras, o que explicaria o sucesso de parceiros cultos como o poeta Vinicius de Moraes.
Surgem cantores com jeito suave e minimalista, como João Gilberto, Vinicius de Morais, António Carlos Jobim e muitos outros.
Fontes: TINHORÃO, José Ramos - História social da Música Popular Brasileira. Lisboa: Caminho, 1990

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

RODINHAS DE LEITURA

Na sessão de hoje, que decorreu pelas 14 horas, na Sala do Serviço Educativo, estiveram presentes 24 alunos da EB1 dos Condes, durante a qual foi explorado o conto "Sonhos na Palma da mão" de Luísa Ducla Soares.
Este conto é sobre a avó de uma menina que lhe conta a história de um rouxinol vindo da China. A menina, curiosa e inquieta por natureza, logo imagina toda uma outra história sobre um passarinho que pousa sonhos na palma da mão.
De seguida realizou-se uma Oficina de Escrita Criativa, da qual resultaram belas, animadas, intrigantes e imaginativas histórias.
Aproveitaram para visitar também o espaço infanto-juvenil e a Exposição do Serviço Educativo que se encontra patente até ao final do mês.

sábado, 16 de janeiro de 2010

QUEM ESCREVEU O MEU LIVRO?

A sessão de hoje decorreu de forma animada, na qual David Machado se revelou um bom comunicador, estabelecendo diálogo fácil com as 50 crianças presentes, provenientes do Jardim de Infância Santa Filomena e da EB1 do Parrinho.
Falou dos seus livros, da importância da leitura e da imaginação como a melhor forma de viver a infância.
No final respondeu às perguntas dos presentes, seguida de uma sessão de autógrafos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

DAVID MACHADO

"Quem escreveu o meu livro?" é uma nova iniciativa da Biblioteca, direccionada para a comunidade escolar sanjoanense e insere-se nas actividades de promoção da leitura e do livro.
Tem como principal objectivo criar um clima de proximidade entre os alunos e os escritores de literatura infanto-juvenil, que realizarão sessões de apresentação de livros e de estímulo à leitura.
Para iniciar esta actividade o escritor convidado é David Machado, que nos vem falar do seu mais recente livro O tubarão na banheira, da sua vida enquanto escritor, das suas leituras preferidas, da sua imaginação e dos livros que escreveu. No final estará disponível para responder a perguntas e para uma sessão de autógrafos.

Sinopse: David Machado juntou-se ao ilustrador Paulo Galindro no seu novo livro infantil. Uma dupla de jovens criadores que nas palavras de Carla Maia de Almeida, jornalista da revista LER, «ainda dará muito que falar». Com um ilustrador diferente em cada novo livro, David Machado apresenta um estilo ecléctico, diversificado e original. De história em história, a imaginação vai mais além e agora é tão inusitada que imagine-se, um dos protagonistas é um tubarão que entra dentro de casa e dorme numa banheira. Mas este tubarão mais ou menos bem comportado também anda de carro e vai à escola. Parece mentira? Só para quem não acredita no poder dos pensamentos. O Tubarão na Banheira é um livro de grande encanto, ao qual não faltou inspiração literária e criativa.

Quem é David Machado?
Nasceu em 1978. Ganhou recentemente o Prémio “Branquinho da Fonseca 2005” da Fundação Calouste Gulbenkian/Semanário Expresso, com o conto infantil A Noite dos Animais Inventados que a Presença já publicou num encantador livro cartonado e ilustrado. Além deste, David Machado já ganhou outros prémios e publicou o conto O Fantástico Verão do Café Lanterna, - editora Coolbooks - em 2004. É licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão de Lisboa.


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

BAÚ DE HISTÓRIAS

Texto 20 - O PIRATA ZAROLHO

Era uma vez um pirata chamado Zarolho. Era o pirata mais tolo de todos. Ele vivia numa gruta feita de cortiça.
Tinha um amigo, o Zé-Ninguém, o fantasminha brincalhão.
Só tinha um problema: não tinha uma missão.
Então, resolveu criar uma missão com o seu amigo fantasminha. Mas, o fantasminha disse-lhe que não queria ser o único morto.
O Zarolho suicidou-se construindo um barco de tijolos e afundando-se no mar.
Já em fantasma, o Zarolho contratar um bando de malfeitores que viviam no alto de uma montanha para descobrirem um tesouro perdido numa gruta. Para isso, precisavam de uma ajuda: encontrar uma chave que abre todas as portas. Procuraram, procuraram e quando encontraram conseguiram abrir o cofre don tesouro e ficaram muito ricos.

Autoria: Filipa, Inês, Joana, Samuel, Daniel, Pedro e Francisco

Texto 19 - A SUPER ABELHA


No tempo em que os caracóis não andavam com a casa às costas havia um país muito distante que se chamava o País dos Heróis. Nesse país havia uma quinta onde morava um herói chamado Super Abelha.
Um dia, o Super Abelha estava a bordar uma camisola de lã de ouro, quando, de repente, apareceu uma serpente de duas caras que lhe disse:
- Vem comigo e luta no meu castelo encantado. Se ganhares dou-te o Rei das Abelhas, se perderes nós ficamos com o teu Rei e matamo-lo!
- Eu aceito essa missão perigosa para salvar o meu rei.
A serpente de duas caras levou o Super Abelha para o seu castelo encantado. Quando chegaram, o Super Abelha reparou que havia muitos novelos de ouro e estranhou. Só depois pensou e lembrou-se que podiam ser armadilhas.
A serpente perguntou:
- Vamos começar a batalha?
- Sim, claro!
O super Abelha pegou no novelo de ouro e atirou-o contra a serpente de duas caras e ela caiu no chão.
O Super Abelha foi considerado vencedor.
A serpente transformou-se num pássaro magoado e o Rei colocou a sua coroa na cabeça do Super Abelha como agradecimento por ter salvo a sua vida e a das outras abelhas.
O castelo encantado transformou-se numa quinta e, a quinta do Super Abelha transformou-se num castelo encantado.
O Super Abelha ficou feliz para sempre. BZZZzzzzzz



Autoria: Sebastião, Francisco, Matilde, Maria e Paulo
EB1 Parque

Texto 18 - A ESPADA MÁGICA
Nos tempos de antigamente havia um rapaz forte, alto, corajoso e que tinha uma grande missão: encontrar uma espada mágica de ouro cravada de diamantes.
Essa espada estava escondida numa ilha assombrada.
O herói vivia num castelo que tinha sido derrubado por um monstro de sete cabeças. Então, para reconstruir o castelo precisavam da espada mágica mas, primeiro tinham de a encontrar.
No dia seguinte, prepararam-se bem, arranjaram uma cesta onde colocaram coisas boas: pipocas, batatas fritas, etc.
Prepararam-se com espadas, granadas, escudos, espingardas e lanças.
Construíram um barco para atravessar o mar alto cheio de tubarões.
Quando chegaram à ilha encontraram um frasco de nevoeiro mas, não abriram porque pensavam que era uma armadilha.
Depois, encontraram uma espada mágica de ouro cravada de diamantes.
Mas, de repente, apareceu o monstro de sete cabeças que destruiu o castelo e, como eles tinham a espada construíram o castelo e mataram os maus. Aquela ilha assombrada tornou-se um paraíso lindo com animais.
Voltaram para casa com a espada e puseram-na no sítio dela. O castelo construiu-se, de forma mágica. Eles ficaram fascinados com aquilo, houve foguetes e foram felizes para sempre.






Autoria: Diogo, Nuno, David, Jéssica, Daniel e Gonçalo
EB1 Parque

Texto 17 - A RECEITA DA FELICIDADE

No tempo em que os caracóis não andavam com a casa às costas, havia um marinheiro muito rico e poderoso mas, muito infeliz.
Ele vivia na ilha dos caracóis dourados.
Certo dia, resolveu procurar a receita da felicidade. Ele não sabia onde se encontrava essa receita.
Então, apareceu uma boa velhinha com uma capa e uma bengala para ajudar o herói.
Essa velhinha era muito pobre, vivia numa cabana muito fria e no meio do mato.
Puseram-se a procurar o mapa da felicidade.
- Primeiro, temos de encontrar o mapa que nos levará ao sítio da receita – disse o marinheiro à velhinha.
- Mas, se calhar, não chego lá.
- Não te preocupes, eu tenho um barco onde podemos ir os dois.
O mapa estava na ilha negra.
Eles começaram a sua viagem e ao chegarem, encontraram uma serpente venenosa que os queria atrapalhar.
A sua missão era chegar ao Vale da Neve mas, havia um caranguejo de gelo que protegia com as suas pinças douradas a receita da felicidade.
Por sorte, veio o sol que começou a derreter e enfraquecer o caranguejo de gelo e eles conseguiram apanhar a receita da felicidade.
Voltaram à ilha dos caracóis dourados, fizeram um chá para o marinheiro que o tomou e ficou muito feliz.
Em agradecimento, fez uma grande festa para os seus amigos.






Autoria: João, Márcia, Rafael, Miguel, Tiago e Lara
EB1 Ribeiros

Texto 16 - O CAVALEIRO DAS TREVAS

Era uma vez um cavaleiro muito forte que era muito alto que se chamava o cavaleiro das trevas, valente e que tinha uma missão: encontrar um reino perdido.
Para encontrar o reino perdido teria de passar uma gruta que metia medo, mas antes de chegar à gruta tinha de atravessar uma montanha que tinha muitas armadilhas perigosas e tinham muitos labirintos.
Então, cuidadosamente foi andando, passo a passo, com receio de cair em algum buraco.
De repente ouviu um grande barulho: dois enormes pedregulhos caíram mesmo atrás de si.
Assustou-se tanto que fez xixi nas calças.
Então, viu um bando de malfeitores que queria atrapalhar a sua viagem.
Ele precisava desesperadamente de ajuda.
Foi quando apareceu o seu querido amigo Aníbal.
Então, juntos combateram os malfeitores usando uma planta que os fez dormir.
Foram, sem demora, procurar a chave de todas as portas, que estava escondida atrás de um arbusto enfeitiçado. Ele tirou a sua espada, cortou o arbusto e apanhou a chave.
Foi andando com o amigo e encontrou a gruta que abriu as portas para o tesouro. Encontraram o seu reino e viveram felizes para sempre.







Autoria: Renato Faria e Xavier Mota
EB1 Ribeiros

Texto 15 - A BELA E O MONSTRO


No tempo dos reis, rainhas e príncipes, havia uma princesa que tinha sido raptada por um terrível gigante que vivia numa torre tão grande para ele lá caber.
Depois o monstro que a levou para uma jaula onde tinha pessoas mortas e muitos ratos.
Depois, ela conseguiu sair e encontrou um labirinto onde estava um cavalo e fugiu para o castelo.
Ela foi contar à mãe mas, a mãe não acreditou nela. Então, ela foi comprar um gato que era um pouco manhoso e curioso.
Eles voltaram ao castelo do monstro e, no labirinto encontraram um tesouro. O monstro desmaiou. Então, a princesa deu um beijo nele e ele transformou-se num príncipe e viveram felizes e ricos para sempre.



Autoria: Lucas, Diogo, Rita, Mariana e Filipe
EB1 Ribeiros


Texto 14 - O PRÍNCIPE E A PRINCESA

Nos tempos dos reis, rainhas e príncipes havia um castelo no alto de uma montanha.
No castelo havia uma grande torre onde vivia uma linda princesa.
Lá, havia um terrível gigante que só queria o mal da princesa.
O príncipe estva apaixonado pela princesa, por isso, decidiu ir salvar a princesa do gigante. Mas a missão era muito difícil. Havia um labirinto com muitas ervas, também, um gato que era muito manhoso.
Então, partiu para a aventura e entrou para o labirinto.
Passado uma hora encontrou um cofre, abriu-o e lá estava uma fortuna perdida. Ficou muito contente e decidiu caminhar mais um bocado e, chegou ao fim do labirinto.
Agora só tinha de enfrentar o gato manhoso. Encontrou um coelho gigante que lhes deu um escudo protector.
O gato manhoso decidiu pregar-lhes uma partida. Pegou numa caixinha de surpresas e apareceu um bobo da corte que começou a fazê-lo rir e ele, valente pegou na sua espada e cortou a cabeça do bobo da corte.
- O gato manhoso já passou à história! - disse ele.
O gigante pôs-se à frente dele e não o deixou passar. Ele pegou no escudo e, enfrentando o gigante mandou-lhe um ataque de luz e, ele não consegiui ver. Aproveitou e entrou na sala onde a princesa estava. Pegou nela e saltou da janela para o seu cavalo branco.
Por fim deram um beijo e viveram felizes para sempre.




Autoria: Nuno Marçal, Tomás Almeida, Mariana Gonçalves, Diogo Soares, Raquel Oliveira e Laura Valente






Texto 13 - O CASTELO ENCANTADO

Há muito tempo num castelo encantado vivia um rei invejoso e não se importava nada com a pobreza do seu povo. havia numa floresta um bom e pobre homem trovador que tocava vários tipos de instrumentos.
Entretanto, o rei preparava-se para atacar o reino da Alemanha porque tinham raptado a princesa, e já iam a caminho quando o rei ordenou aos soldados que estavam montados em cavalos:
- Corram atrás deles, soldados, não deixem que atravessem a fronteira, acabem com eles!
No castelo da Alemanha, nas masmorras havia uma praga de baratas, aranhas e morcegos. A princesa estava assustada sem saber o que fazer e com nojo.
No jardim do castelo da Alemanha havia alguns duendes: um era coxo, outro tinha uma pala no olho e o outro era jovem.
Vitória, Vitória, Vitória!!! - dizem os soldados em coro.











Autoria: Salomão, Ana Filipa, Tatiana, Dora, tiago, Ana Miguel e João Tomás


Texto 12 - HÁ MUITO TEMPO...


No tempo em que os caracóis não andavam com as casas às costas, os heróis eram marinheiros com capacetes de casca de tartaruga.
Os heróis viviam em navios piratyas.
Do outro lado da ilha os maus vão atacar, com uma serpente com bolinhas cor-de-rosa e amarelas.
Três dias depois do incêndio, Branca de Neve e os malvados porquinhos da Índia invadiram o navio pirata, até que o Capitão Coelho disse que para se salvarem, tinham de ir à casa do Monstro Infernal que ficava no Vale da Neve.
Os heróis coelhos chegaram, e viram: dois ursos polares bons e acharam estranho porque não estavam no Pólo Norte.
- Olá, somos os ursos polares e somos do Alentejo.
- O...O...O...O...Olá, eu...eu...eu... sou o ga... ga... go, gago, gago.
- Olá, somos os piratas valentes. Temos uma canção:


Nós somos piratas
valentes, valentes.
Dos coelhos, valentes...


- É isso, passaram no nosso teste, tomem o tesouro... Felicidades...
Agora vou para dentro ver o "Gato Fedorento"- esmiúça o Sócrates e a Manuela Ferreira Leite.

Adeusssss!!!!



Autoria:Beatriz, André, Catarina, Henrique, Diogo e Maria
EB1 Fontainhas


Texto 11 - O PRÍNCIPE E A PRINCESA


No tempo dos Reis, rainhas e príncipes... existia uma princesa que vivia numa velha casa muito humilde que ficava numa aldeia que se situava em Espanha.
A princesa tinha a missão de encontrar um príncipe. Esse príncipe vivia numa grande aldeia que ficava muito longe da sua.
Ela caminhou tanto para lá chegar que se cansou e não tinha onde dormir nem o que comer.
Entretanto, encontrou um cãozinho perdido, perto da casa do príncipe.
No fim do dia apareceu um bando de malfeitores que lhes queriam roubar o xarope da força.
O príncipe não deixou que eles lhe roubassem o xarope e tomou-o.
Então ficou muito forte e lutou com todos os maus.
O príncipe e a princesa viveram felizes para sempre e adoptaram o cãozinho que andava perdido e deram-lhe o nome de Dragão.


Autoria: Filipa, Micael e Jéssica
EB1 Fontaínhas


Texto 10 - A RECEITA DA FELICIDADE


No tempo em que os caracóis não andavam com as casas às costas, havia uma menina heroína que se chamava Catarina. Ela tinha o cabelo louro e comprido. usava uma linda capa dourada e um chapéu colorido.
A Catarina vivia numa torre de um castelo e tinha a missão de encontrar a receita da felicidade para dar às pessoas que não tinham amigos. Essa receita encontrava-se numa montanha muito longe.
E lá foi a Catarina em busca da receita...
a meio do caminho aparece-lhe um monstro de sete cabeças que a queria comer.
quando o monstro quase a ia comer, apareceu, como por magia, o seu amigo com um pássaro cantaroleiro. O pássaro começou a cantar e o monstro de sete cabeças adormeceu.
A Catarina consegui seguir viagem.
Passadas algumas horas, a Catarina chegou à montanha e viu que era muito alta e ficou de boca aberta.
Catarina tentou subir, mas caía sempre. Na quarta vez, ela correu muito depressa e chegou ao topo da montanha. ao chegar viu os ingredientes e começou a fazer a receita.
Quando acabou de fazer a receita, a Catarina levou-a para as pessoas que não tinham amigos.
Desde então, nunca mais ninguém ficou triste.



Autoria: Catarina, André P., Bruno e Rui
EB1 Fontainhas

Texto 9 - A AVENTURA

No tempo em que as galinhas tinham dentes, existia um velho coxo, careca que estava muito doente. Para o curar precisava de se encontrar uma erva especial.
Essa erva só existia numa ilha que ficava muito distante.
A ilha era guardada por uns piratas que possuíam uma serpente muito venenosa. um velho marinheiro que viajava por todas as ilhas do mundo resolveu ir apanhar a erva.
quando chegou a essa ilha, viu um bando de piratas que lhe apontaram os canhões.
Ele consegiui distrair os piratas e não ser capturado pela serpente.
O marinheiro pegou na erva e, quando regressava viu uma ovelha que estava abandonada. O marinheiro pegou nela para levar para o seu pai.
entregou a erva ao velho coxo que se curou. Em troca, o velho coxo e careca deu-lhe a chave que abria todas as arcas do tesouro.
O velho coxo e careca ficou curado para o resto da sua vida e o marinheiro ficou muito rico.

Autoria:Gonçalo Coelho, Constantino Soares, Edgar Alves, Catarina Alves, Épica Filipa. João Miguel
EB1 Parque


Texto 8 - O HERÓI ESFARRAPADO

Há muito tempo, um soldado esfarrapado viajou para uma ilha deserta. tinha como missão: encontrar um tesouro que estava escondido numa gruta guardada por um terrível gigante. O gigante tinha mil olhos, muito gordo, despido e com unhas do tamanho de um prédio de vinte andares. Tinha aprisionado a mãe do soldado. O soldado não sabia como enfrentar o gigante super ridículo que, estava sempre com gases.
À certa altura, o soldado lembrou-se que um homem novo de dezoito anos com cabelos a arrastarem-se pelo chão, como um véu, lhe dera um chapéu que tornava invisível quem o usasse.
Assim, o soldado conseguiu entrar na gruta e prendeu o terrível gigante numa cela à parte.
Trancou-a e atirou a chave para o mar. De seguida, salvou a mãe e, com o dinheiro do tesouro mandou construir um palácio onde viveu com a sua esposa, filhos e família até ao fim da sua vida.
E viveram felizes para sempre.




Texto 7- ERA UMA VEZ UM CASAMENTO








Era uma vez um cavaleiro forte, poderoso e rico que vivia numa gruta escura e grande.
Num castelo muito distante e alto vivia uma princesa bonita e grande.
Um dia apareceu uma bruxa má, tinha rugas e era muito velha.
Queria ameaçar a princesa bonita, que estava no jardim a cantar.
Depois ameaçou-a com uma varinha mágica.
De seguida levou-a na sua carroça velha para um castelo alto e distante para uma varanda grande e alta onde a princesa ficou mais de dez anos.
Passado mais de dez anos um príncipe encantado apareceu em cima de um cavalo castanho e acompanhado com dois soldados fardados com um escudo e uma espada brilhante.
Cavalgaram e encontraram um castelo, mas o portão estava fechado e não conseguiram abrir o portão.
Procuraram a chave por todo o lado, e encontraram-na debaixo de uma rocha.
A seguir abriram a porta da entrada do castelo e as outras até à varanda onde a princesa se situava.
O príncipe levou-a para o castelo e fizeram uma festa no castelo do seu casamento.
Eles viveram felizes para sempre e tiveram gémeas.








Autoria: Diana Sofia Catarina, Carlos e Hugo
4º ANO DA EB1- Parrinho








Texto 6 - O PRÍNCIPE VALENTE
Há muitos... muitos anos, numa velha casa vivia um príncipe. Esse príncipe tinha um desejo: encontrar o seu pai.
Um dia decidiu partir à descoberta do seu pai. Então, no dia seguinte foi pela floresta fora, e viu um bicho de seda.
E o bicho da seda perguntou:
- Precisas de ajuda?
- Sim. Sabes onde fica a gruta do dragão?
- Sei
- Levas-me lá?
- Sim.
Então, foram por um atalho muito sombrio onde tinha muitos morcegos, e logo o bicho da seda encontrou uma erva que faz dormir.
Então, atiraram a erva aos morcegos e eles ficaram a dormir num sono profundo.
Seguiram viagem. Quando viram a gruta do dragão, ele cuspiu fogo e logo se esconderam atrás de uma grande pedra.
O príncipe disse:
- Vou atirar a erva que sobrou ao dragão.
E, então o dragão adormeceu e, eles salvaram o pai.
E quando voltaram fizeram uma grande festa.






Autoria: Xavier, Beatriz Almeida, Inês Correia e Ruben Augusto








Texto 5 - NA ILHA DE ARAGÃO

Era uma vez uma ilha muito distante chamada Ilha de Aragão. Lá, havia um tesouro. Mas, para chegar ao tesouro era preciso enfrentar um gato manhoso chamado Dinis.
Havia um herói conhecido por João II porque valia por dois. Ele era um aventureiro, especialista em tesouros escondidos.
O João II tinha uma erva mágica que fazia adormecer qualquer ser vivo.
D. Pedro I, rei de um país em apuros precisava de encontrar esse tesouro para ajudar o seu povo.
O rei D. Pedro I encontrou o João II e, com ele levou a erva mágica indo procurar o tesouro.
Como eram desportistas e eram especialistas em imprevistos, rapidamente conseguiram passar pela Ilha Manchada e chegaram à Ilha de Aragão. Adormeceram o gato Dinis em menos de um triz e carregaram o tesouro.
O rei ajudou o seu país e o João II casou com a Maria II (também ela valia por duas), convidaram muitas pessoas e serviram duas vezes a mesma coisa.













Autoria: João T., Andreia, Maria e João P.
EB1 Carquejido












Texto 4 - A MALVADA NICOLE BEATRIZ

Quando eu era pequenino encontrei uma princesa encantada que tinha um lindo vestido de renda. Essa princesa estava num navio muito grande que era comandado por uma mulher muito má, toda vestida de negro.
A mulher chamava-se Nicole Beatriz, era feroz e muito mal-humorada. Quando estava zangada castigava os seus guardas Fábio e Gustavo.
Fábio e Gustavo eram dois pobres mercadores que tinham sido raptados pela maléfica e horrorosa Nicole Beatriz que, os obrigava a fazer o que ela dizia ou os transformava numas ratazanas de esgoto.
A princesa pegou no escudo e foi falar com os guardas Fábio e Gustavo. Juntos pensaram num plano para prender a Nicole Beatriz. Com a mulher má presa, ligaram para a polícia marítima e voltaram para as suas casas.












Autoria: Nicole, Gustavo, Beatriz e Fábio
EB1 Carquejido



















Texto 3 - O RAPTO NAS NUVENS

No tempo dos reis, rainhas e príncipes havia um bando de malfeitores que raptaram a princesa Diana à noite e levaram-na para uma torre de um castelo distante escondido no meio das nuvens.
Os pais da princesa, que eram a rainha e o rei, mandaram o seu principal guerreiro D. Paulo, vencedor de todas as batalhas e dragões, numa missão: salvar a princesa da torre desaparecida.
D. Paulo percorreu todas as cidades, florestas, campos, aldeias… e nada! Não havia sinal da princesa.
Na torre a princesa chorava baba e ranho, cheia de saudades dos pais, até que um dia encontrou um cãozinho perdido. Então ela fez-lhe um pára-quedas e na coleira pôs-lhe um pedido de socorro, a dizer onde estava e cuidadosamente atirou-o pela janela da torre.
Quando ele chegou lá em baixo caminhou até ao castelo e deu ao rei o pedido de socorro. O rei pegou no pedido, leu-o e de imediato mandou chamar D. Paulo.
Com balões de ar quente, asas deltas e helicópteros atacaram o bando de malfeitores e salvaram a princesa.
D. Paulo e a princesa apaixonaram-se, casaram e as alianças, quem as levou foi o cão.











Autoria: Diana, André, Paulo e Vasco









EB1 de Carquejido











Texto 2 - O TESOURO PERDIDO

No tempo dos reis, raínhas e príncipes havia um tesouro perdido que tinha um segredo mágico. Os exploradores tentavam encontrar o tesouro.










Numa parte da aldeia havia um reino perdido onde um príncipe corajoso que até as pessoas o elogivam.










No dia seguinte partiu à descoberta do tesouro. O príncipe teve de passar por um labirinto amaldiçoado. Então pegou no seu escudo protector e na espada mágica. A seguir tinha de passar por um feiticeiro que era um gato manhoso.










O gato era muito forte e o príncipe não conseguiu lutar mais. De repente as fadas apareceram para ajudar o príncipe. Depois tinham de passar por um terrível gigante.










Então o príncipe pegou na espada, começou a atacar e no fim conseguiu derrotar o gigante.










Por fim conseguiu encontrar o tesouro mágico.










Então comunicou com os guardas que estavam na torre para ir transportar o tesouro e então chegaram à aldeia com o tesouro.










Quando abriram o tesouro era uma chave mágica.
Autoria: Diana Raquel, Henrique, Inês Carvalho e Diogo Leite

É uma Oficina de Escrita Criativa dirigida ao público-família e escolar. Trata-se de um jogo constituído por um conjunto de cartões guardados dentro de um baú, onde cada personagem (príncipes, princesas, reis e raínhas, bons e maus...), proporcionam histórias divertidas dando também um enredo especial à aventura, sempre com um final feliz.











Durante as sessões desta actividade os participantes têm produzido textos que revelam alguma qualidade. Por essa razão pretendemos dar destaque a alguns deles e vamos passar a publicá-los neste espaço virtual.

Texto 1 - O CARACOL SEM CASA

No tempo em que os caracóis não andavam com a casa às costas, havia muitos morcegos, aranhas, pragas de baratas e noites de chuva.
Quando havia trovoada, algo acontecia.
Quatro marinheiros apareciam para lutar contra o bem e contra a justiça. Porque, quando a maré muda de cor, é tempo de ir à sua aventura. E lá foram eles no seu grande barco à busca do tesouro. O marinheiro que era o grande Herói, precisava ajudar uma boa velhinha, que estava presa pelo monstro de sete cabeças que deita fogo. Mas para encontrar a gruta precisava do mapa que estava escondido numa ilha deserta. Pegou no seu grande barco e foi ao encontro da ilha, pegou no mapa e foi para a gruta salvar a velhinha. Lutou contra o monstro, ganhou e salvou a velhinha, ela tinha o tesouro.
Como o marinheiro era muito valente a velhinha decidiu dar-lhe o tesouro.










Autoria: Vera, Bia Pinho, Tânia e Ruben - EB1/JI - Parrinho

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

2009 EM IMAGENS

2009 foi um ano de forte dinamização, do que resultou uma enorme diversificação de actividades direccionadas para públicos específicos.
A Biblioteca assumiu um novo papel, mais activo, abriu uma nova janela com a criação do blogue e saiu de portas ao encontro das crianças, dos jovens e dos idosos.
Não pretende ser apenas um repositório de documentos e informação, quer projectar-se e tornar-se ainda mais viva.
Viva uma Biblioteca Viva!

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sábado, 9 de janeiro de 2010

O GATO E O ESCURO de Mia Couto

Nesta gélida manhã, pelas 11 horas, decorreu mais uma sessão da actividade "Queres ouvir uma história?", que envolveu 3 crianças e os respectivos pais.
Foi lido o conto de Mia Couto "O gato e o escuro", através do qual se ficou a conhecer a história de um tal "Pintalgato", um belo gatinho amarelo, malhado, com pintas e muito dorminhoco que tinha muito medo do escuro…
De seguida as crianças puderam participar numa oficina durante a qual aprenderam a construir uma "cestinha para o gato", divertindo-se a recortar, a colorir, e a fechar a cesta com um lindo fio prateado, o que deu um efeito semelhante aos bigodes do gato.

LANDSCAPS AND CULTURES

Foi inaugurada ontem, pelas 18 horas, pelo Vice-Presidente Dr. Rui Costa e com a presença de cerca 20 pessoas, a exposição de Pintura de Rui Sousa.
A mostra é digna de uma visita e estará patente ao público até dia 31 de Janeiro.





quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Exposição "LANDSCAPES AND CULTURES"

A Câmara Municipal e a Biblioteca Municipal convidam para a inauguração da exposição "Landscapes and Cultures" do pintor Rui Sousa, no próximo dia 8 de Janeiro, pelas 18 horas.
A exposição de pintura ficará patente ao público até ao próximo dia 31 de Janeiro, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal.


Quem é RUI SOUSA?

Nasceu em Oliveira de Azeméis em 1981 e reside em Ovar.
Frequentou o agrupamento de Artes na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, de Ovar.
Licenciou-se em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em 2005.
De 2001 a 2005 frequentou o atelier da conceituada Pintora do Porto, Anttónia Portto, onde desenvolveu a técnica tanto a nível de desenho como de pintura, experimentando novas técnicas, e aumentado a paixão pela pintura.
Apresenta-se pela primeira vez na Biblioteca, mas conta já com um significativo e diversificado percurso artístico.

  • Percurso Artístico:

    2008
    • 5ª Bienal de Pintura de Arte Jovem, Penafiel
    • XXIII Exposição Colectiva dos Sócios da Árvore, Porto
    • VI Ciclo de apresentações artísticas, Penafiel

    2007
    • “Contrastes Artísticos”, Mosteiro de Arouca (col.). Arouca
    • 4ª Bienal Artes Plásticas, Santa Catarina da Serra
    • I Salão de Artes Plásticas de São João da Madeira
    • Jovem Criador 2006 (colectiva), Aveiro

    2006
    • Exposição Individual na Galeria Majestic, Porto

    2005
    . 4ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde
    XIII Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira (Participação no concurso da Bienal e Pintura ao vivo junto de grandes mestres como Jaime Isidoro)
    • Exposição de Pintura Mascararte em Bragança

    2004
    • Exposição individual na Ordem dos Engenheiros do Norte, Porto
    • Exibição de algumas obras na Junta de Freguesia de São João de Ovar

    2001
    • Universidade de Aveiro (exposição colectiva)

    2000
    • Exposição de artistas da freguesia de São João de Ovar no Salão Paroquial de São João de Ovar
    • Exposição de Jovens Artistas de Ovar na Biblioteca Municipal de Ovar

    1998
    • Exposição individual na Praia do Furadouro, Ovar
    • Biblioteca Municipal de Ovar (exposição colectiva)

    1996
    • Mercado Municipal de Ovar, Museu de Ovar (colectivas)

Saiba mais em: http://www.ruisousa.com.pt/

A BIBLIOTECA VAI AO LAR

A sessão decorreu hoje, no Centro de Dia ACAIS, pelas 14,30 horas, na qual os 15 utentes presentes iniciaram uma longa e animada conversa, realizando-se de seguida a oficina "Corações entrelaçados em 3D", em que puderam dar asas à sua criatividade com a elaboração de pinturas e colagens em papel colorido.
Os participantes mostraram-se motivados para participar em futuras oficinas que venham a decorrer.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A BIBLIOTECA VAI AO LAR

A sessão decorreu hoje, pelas 15,30 horas no Lar da Santa Casa da Misericórdia.
Os 18 utentes presentes assistiram de forma bastante interessada ao documentário em DVD "Fado: história de uma cantadeira" sobre a vida da diva do fado, Amália Rodrigues.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A BIBLIOTECA VAI AO LAR

É um projecto de leitura para idosos que decorre nos Centros de Idosos da cidade. Uma vez por mês, uma técnica vai a um lar realizar uma sessão de leitura e conversar com os idosos.
A sessão de hoje decorreu na Casa de Repouso, pelas 16 horas, com a participação de 8 utentes. Entre as várias actividades destacamos alguns jogos de enigmas elaborados pelo Serviço Educativo, para serem completados com números, tais como:

a) A mãe do Samuel tem três filhos: Tico, taco e... Como se chama o terceiro filho? ________

b) ___ soldado _____ bilhete não ____ no cinema, ___ vai preso.

c)
Alguns meses têm 30 dias, alguns 31. Quantos têm 28 dias?____

O senhor Bernardo também quis participar com o seguinte enigma:


O João entra num café mas não____, porque ______ tomar alguma coisa _____ dinheiro vai preso.

Por sua vez a D. Luizete também acrescentou o seguinte enigma:


Uma senhora entra numa pastelaria e ____, é porque ___ com os pastéis.

Foi uma tarde divertida e estimulante na medida em que todos queriam participar e dar a resposta correcta. Seguiu-se uma conversa animada sobre assuntos de interesse geral.

Ficou ainda uma adivinha:

Às direitas sou um homem,
facilmente me lerás.
Às avessas só à noite,
e nem sempre me verás.
Quem Sou? O que sou?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

DE PASSAGEM... POR MIGUEL TORGA (1907-1995)

De 4 a 15 de Janeiro estará patente na recepção da Biblioteca mais uma exposição "De passagem..." desta vez em homenagem ao escritor Miguel Torga, através da qual se pretende divulgar a sua bibliografia existente na Biblioteca.
"A maior desgraça que pode acontecer a um artista é começar pela literatura, em vez de começar pela vida"
M. Torga
DADOS BIOGRÁFICOS
1907- Nasce em Vila Real e tem uma infância dura.
1917 - Vai para o Porto como criado numa casa de parentes mas, devido ao seu carácter rebelde, não fica aí mais do que um ano.
1918 - Estuda no Seminário de Lamego, que abandona ao fim de dois anos.
1919 - Embarca para o Brasil onde vai trabalhar arduamente numa fazenda de familiares como capinador, apanhador de café, vaqueiro e caçador de cobras.
1928 - Entra na Faculdade de Medicina em Coimbra, ajudado financeiramente pelos seus familiares brasileiros, concluindo o curso com 24 anos.
1934 - Adolfo Correia Rocha assume-se literariamente como Miguel Torga, pseudónimo composto como homenagem aos grandes vultos da literatura ibérica Cervantes e Unamuno (Miguel) e a uma planta brava da montanha (Torga).
1937 - Exerce medicina em Leiria.
1939 - Exerce a profissão em terras transmontanas. Esteve preso nas Cadeias do Aljube e, embora tivesse pensado em abandonar o país, não o fez devido ao amor que sentia pela terra-mãe, aliás bem visível na sua obra.
1940 - Casa com a belga Andrée Crabbé, professora da Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
1955 - Nasce a sua filha Clara Rocha
1995 - Morre em Coimbra
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
  • Sentimento telúrico
  • Problema religioso
  • Desespero humanista